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Cap. 1660 – O Pulo da Gata – Fernanda França

Ciao!

Disponível na Amazon 

Este livro faz parte da Meta de Leitura 2020 
“Eu vou ser a mulher mais feliz do mundo no dia em
que eu me casar” (SILVA, Maggie May. 2015)
Pode não parecer, mas é uma história bem legal para o Dia de São Valentim!
  
O Pulo da Gata – Fernanda França –
Essência
(2015)
Personagem: Maggie May Silva e a obsessão em subir ao altar
Maggie May quer se casar. Mais do que qualquer outra
coisa na vida. A situação chegou ao ponto de ela se apaixonar após duas semanas
de conversa virtual com Felipe. E mesmo não o encontrando pessoalmente no dia
marcado, e conhecendo Eric no lugar, ela não desistiu da certeza de que agora
era para valer, era amor para a vida inteira. O problema é que a vida é uma caixinha
de surpresas…
Comentários:
– Durante cerca de metade do livro, a sanha
casamenteira de Maggie May me deu nos nervos. Sério. Cada frase ou atitude dela
em prol da obsessão por subir ao altar me fazia querer entrar no livro e dar
uns gritos bem sinceros com ela. Não que eu fosse necessária, porque todos no
entorno dela, incluindo a narração bem-humorada e sarcástica que conversa com a
gente o tempo todo, recomendavam a sabedoria de que “prudência e canja de
galinha nunca fizeram mal a ninguém”.

  

E o problema de procurarmos algo quando queremos
muito encontrar, é não termos um filtro para a busca.  Podemos até achar que não é exatamente o que procurávamos,
mas quando achamos um parecido, já encaramos a busca como encerrada.
 

– Não me entenda mal. O sonho de se casar é algo
muito legítimo. O problema de Maggie May é que ela não via mais nada além
disso. Casamento é algo sério, parte de um projeto muito maior para a própria
vida, e não a tábua de salvação para a recusa em trabalhar os sentimentos por
trás disso. Não existe milagre exterior para confusões internas. O pior é que, beeeeeeeeeeem
no fundo, ela sabe disso. Mas, mesmo assim, permanece firme, forte e
teimosamente na ideia. A gente fica se perguntando o que terá que acontecer pra
ela reavaliar os próprios conceitos. E, sim, o livro trará a resposta.

– Ela não está só. Além do pai, João Crisóstomo, da
mãe, Jane, da madrasta Maria, das cinco irmãs, Lucy, Eleanor, Camila, Layla e Lígia,
estão por perto as amigas-para-todas-as-horas (mesmo) Luiza e Vida; o casal de
amigos Lico e Leca; e o recém-chegado Eric, que ela conheceu por engano no bar
onde teria o primeiro encontro real com Felipe. Não faltam demonstrações de
amor não idealizado perto dela. E de relacionamentos construídos com o tempo e
o respeito. Em diferentes proporções, todos irão acompanhá-la e ajudá-la nos
altos e baixos do percurso.
– Entre as aventuras e desventuras de Maggie May na
corrida rumo ao altar, ainda dá tempo para termos referências a outras
personagens da Fernanda.
Melissa Moya eu sei quem é, mas ainda não li a história
da Blanda. Acho legal esse diálogo com outros livros. Atiça mentes curiosas
como a minha. E ao também citar a mitologia das Plêiades, me lembrou da
série da Lucinda Riley.
Arrivederci!!!
Beta

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